a taverna

Friday, April 06, 2007

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Sou um humano.
nao sou tal agil quanto os elfos nem tao imbecil quanto os goblins e nem tao corajoso quanto os anoes . me alojaram em um acampamento na floresta conversas eram raras pois o guerreiros , pois a maioria dos guerreiros no local eram introspectivos. eu cumpria a minha obrigaçao de guerreiro de forma quase leviana. eu nao podia descansarpois eu fazia turno de vigia na maioria das noites sombrias onde as estrelas eram sombrias. entao ouvi um ruido continuo. parecia uma especie de fera selvagem e eu era o desafortunadoque enfrentaria a criatura.enquanto isso muitosdos guerreiros da minha unidade se comportavam como se fosse um inquilino de uma estalagem roncando como porcos. a fera para minha surpresa nao era selvagem era uma especie de felino qualquer.eu fiquei o restante da madrugada brincando com ele. ele tinha um vigor incrivel , tinha um aspecto imponente. um olhar franco que queimava como brasa. a noite se ocultava. ouvi passos era um dos guerreiros que tinha acordado. fui fazer a fogueira, enquanto ele tirava da mochila um tipo de raçao concentrada. eu olhava fixamente para a chama. entao o guerreiro diz com orgulho - este e omeu sustento"

Thursday, March 15, 2007

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Insanus

Vou contar a voces a minha historia. fui um dos guerreiros retardatarios. no calor da batalha a guerra provocou a destruiçao de portos , os navio nao podiam voltar tempestades eram comuns , mortes tambem. uma mistura de sangue com cinzas pairavam n o ar. na guerra que eu presenciei nao havia etiqueta so sangue e morte. eu importunei bastante meus superiores pois nao queria lutar minha raça era de uma fisiologia complexa e fragil comparada com a dos elfos.

Friday, February 09, 2007

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o Bruxo

Deixei o homem que estava em cima da minha mesa de jantar neutralizado com um feitiço de esferas magnrticas . fiz ele flutuar do chao. Este homem estava assustado , provavelmente essa deve ter sido uma situaçao inedita na vida dele. me apresentei ao homem como bruxo nos olhamos de cima a baixo. eu pressentia que eu e meu hospede estavamos sendo observados. contei a o estranho as minhas proezas em um passado remoto eacabei denunciando meu antigo disfarce. aquele homem saltou no meu pescoço drenou meu sangue e meus poderes magicos porem poderes de bruxos em um organismo de um vampiro nao fazem efeito pelo menos nao imediato. entao fiquei desacordado por tempo indeterminado.

Wednesday, February 07, 2007

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ps- essa historia e uma perspectiva de outros personagens da historia escrita anteriormente

Eu estava sentado do lado de um sujeito que espreitava de longe as convidadas en quanto mexia no chapeu compulsivamente a aba do chapeu. se este homem nao for um sanguesuga digo, vampiro estara encrencado, pois todos os convidados sao vampiros. o sujeito atraiu atençao de uma loira de olhos azuis. bebi o suficiente ate vomitar. corri abri a porta do quarto fui para obanheiro da suite e vomitei boa parte do que bebi equanto o casal estava transando ao meu lado. o sujeito e a bela garota de olhos azuis.

Friday, February 02, 2007

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CAOS
o dia do fim da raça humana tinha se passado. ruas desertas. nova york , londres, rio de janeiro ,sidney , china. enfim tudo totalmente devastadas. Ao anoitecer so se encotravam criaturas da noite das especies mais variadas. os vampiros eram a raça dominante. todos os seres humanos estavam mortos. os vampiros nao tinham como se alimentar. iso teve como consequencia os vampiros se alimentarem de si proprios. e de seus piores inimigos os lobisomens. surgiu uma raça evoluida e muito mais poderosa que os vampiros. balas de prata e estacas seriam inuteis para mata-los anconito ou alho? nunca fariam efeito. vampiros que tomassem sangue de lobisomens , se tornariam aberraçoes. garrras cumpridas, olhos insanos. força sobrenatural triplicada, autocontrole sobre seus atos? impossivel! essa foi a profecia que fiz sobre meu destino , por que teri que me tornar tal coisa, tomar tal atitude. de qualquer forma meu destino nao sera nada agradavel. Entao uma bela noite aconteceu a sede de sangue veio me atormentar mais uma vez , a sede de sangue dominou os meus sentidos. Eu cravei os dentes em um lobisomen., alguns mililitros foram o suficiente para me deixar em um terivel e notavel extase. os meus antebraços doiam. garras saiam pelas minhas maos. nao senti dor quando fui arremessado por um lobisomen em cima de um carro que disparou o alarme. levantei-me dando um urro insano. ataquei o lobisomen. lutamos horas em uma luta corporal sem fim . arremesei-o e m uma placa escrita- ' boate focus club". a placa entortou. tirei a barra de ferro e bati varias vezes na barra de ferro. ele caiu no chao inconsciente. eu sou o primogenito dessa nova raça me perguntei o que teria acontecido com o outro eu , o Carollus que apesar de vampiro tinha sentimentos quase humanos e nobres. uma surpresa agradavel aconteceu quando odia manheceu, vi o sol e seus raios cegarem meus olhos po r instante e ali estava eu vivo. acordei corri como um primata pela rua deserta, havia outros como eu. uma nova raça havia surgido. sera uma raça superior a humana que conheci? eu me perguntava. talvez a grande diferença seja que os humanos eram simplismente humanos,eram mortais tinham sentimentos so queriam viver a vida efemera que deus havia lhes dado.

Saturday, January 20, 2007

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Na delegacia
Eu estava trancafiado na prisao pela segunda vez. batia abadalada da meia- noite , neste exato momento o jornal anuncia que um meteoro que surgirade um pedaço minusculo do sol vinha de encontro com a terra se colidira em 24 horas com a terra. sera um destino atroz que contra a nossa doce e sonsa humanidade. Alguns quando ouviram a terrivel noticia simplesmente comtinuaram os seus afazeres muitos que moravam no local onde o meteoro estava prestes a cair viajaram para outros para salvarem as vidas deles. mas em um dia estaram mortos. Graças ao meteoro. Na mesma noite que a noticia foi dada acontecia um amistoso da seleçao os guardas da delegacia trouxeram um televisor. houve um black- out e eu fui recrutado para procurar os presos no breu da cidade mas suja que eu conhecia. Eu segurei uma lanterna e fui cumprir a minha parte do acordo pois a diminuiçao da minha pena estava em jogo. Achei um bone empoeirado no chao. cheguei em um lugar que paracia um alçapao de uma loja, minha intuiçao estava certa. a loja tinha sido saqueada. uma loja de bones. eu enxugava as minhas maos molhadas de agua pois haviam estorado canos com machados. onde um presidario iria se omundo fosse acabar ? eu pensei comigo mesmo. me veio na mente a vez em que fui descortes com Marta. Uma lagrima rolaria na minha face se eu nao fosse um vampiro. metade dos agiotas que encontrei na minha busca repentinamente se tornaram santos. o efeito psicologico catastrofico do apocalipse? talvez. as doces velhinhas amigaveis se tornaram hostis apanhei deuma delas com um guarda-chuva . os amos se tornaram senhores presidarios se revelaram verdadeiros anarquistas , isso so dificultou a minha missao. eu precisava de agir da forma correta para achar os presos mas como? incrível os cachorros agitados choravam passivamente; entao passou pela minha cabeça aproveitar essa "deixa apocaliptica" para fugir da prisao. mas minha linha de raciocinio era constante e eu queria a minha liberdade... a diminuiçao da minha pena. enquanto um aglomerado corria desesperadamente. o meteoro ja se tornava visivel. aquilo era bonito , mortal e caótico. os presidiarios tinham aparecido todos
mortos. operarios tinham esfolado cadaum deles. esse fim caotico e atormentador por mais que essa humanidade seja
mesquinha. no fim do mundo os humanos se tornaram humanos a hierarquia era inexistente. o meteoro trouxe ofim da existencia humana. colaborou imensamnete parai sso. so os imortais vampiros que a literatura tanto estigmatizava existem. sera que os vampiros vao sobre viver sem sangue humano? eu nao tenho mas missao a cumprir estao todos mortos. nao ha mas delegacia e em breve os vampiros teram uma terrivel crise de nervos e politca , graças a flata de sangue ohumano. esse e otragico final.

Friday, January 19, 2007

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Memorias apagadas
Meu passado conspirava contra mim. O tempo de subalterno do meu mestre me deixaram tanto cicatrizes mentais quanto psicologicas. tempos dificeis esses. Uma ulcera politica na sociedade vampirica estava prestes a se espalhar. vampiros anarquistas tomavam o poder naquela epoca. A plebe de volta a ativa. O grande dorso da sociedade era formado por politicos e banqueiros , grandes empresarios que esbajavam oseu dinheiro com cassino e belas prostitutas. de cada cinco que fazem parte dessa classe da sociedade tres sao vampiros. temos tambem os agentes politicos que moram em aranha -ceus usam e abusam da autoridade deles. trinta por cento destes sao vampiros. vampiros tem vigor e agiladade sobrenatural. existem criaturas das trevas que sao fanticos pela causa sejam pessoais ou nao ou fruto de uma psicopatia ou sociopatia grave. e uma raça um tanto exotica que os xenofobos da raça dizem que e sagrada. uma observaçao notavel para um cadaver ambulante cujo o coraçao nao bate , e nehum orgao funciona. Assim estao vivos graças ao precioso sangue. No momento sinto sede de sangue me afastei de Marta para nao cometer a temeridade de torna-la imortal. desabei novamente no caixao fraco e cansado. fazia muito tempo que nao bebia sangue. vesti as vestimantas usuais: sobre tudo , oculos escuros pois a luz do luar feria os meus frageis olhos. entao fui para caça. quarenta presas. quarenta vitimas. eu tinha perdido o controle. como se uma fera de instintos tivesse invadido meu ser. bebi sangue em excesso. estava com a aparencia de um adolscente apesar das minhas cetenas de anos . perdi a confiança da vzinhança de Marta. agora apolicia estava no meu encalço. viaturas em alta velocidade me cercavam. me sentia como um ani mal acuado na beira de um abismo. sem pensar usei minha sagacidade e agilidade. me movi em uma velocidade sobrenatural os policias pareciam ter me perdido de vista. le do engano um pelotao do exercito foi chamado. eles sabiam da minha periculosidade. aqui estou eu de volta a prisao , que dessa vez parecia mas uma concha do mar que me arrastava para longe de Marta.